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Levi Machado de Oliveira
Por desconfortável que seja não se pode ignorar o fato de que no tempo do império o interesse publico merecia maior respeito, na comparação com alguns momentos da história republicana. Da proclamação até 1906, passaram pelo governo cinco presidentes. Nada de importante se realizou no período fora da capital federal e da província de São Paulo. A não ser o insano massacre de Canudos ordenado por Prudente de Moraes.
Se foi tarde, o império teve lá seus méritos. Legou à Republica mais de 9.500 km de trilhos ferroviários. A navegação fluvial ainda não foi melhor aproveitada. Boa parte dos portos atuais já estava em operação. Estradas, somente para carros de bois e tropas, porque veículos a motor, assim como aviões, ainda não faziam parte da história.
Cinco presidentes estiveram a frente dos destinos da nação até 1906. Dois generais, Deodoro e Floriano; e três civis: os ex~governadores de S. Paulo Prudente de Moraes, Campos Sales e Rodrigues Alves. Os dois primeiros, por razões imperativas, tiveram de cuidar apenas dos aspectos institucionais do novo regime. Os demais cuidaram dos interesses da sua província. Na visão dos oligarcas paulistas o Brasil deve ser o fornecedor de matéria prima e mão de obra para suas manufaturas. Nada mudou. Borba Gato e sua turma agiam do mesmo modo. Capturavam índios para escravizar, ouro e pedras preciosas para a grandeza de Piratininga.
Na República, o primeiro presidente a se ocupar do interesse nacional foi o mineiro Afonso Pena. Visitou todos os Estados que os meios de transporte do seu tempo permitiam. Procurou saber, pessoalmente, das demandas locais. Com ele, Rondon ligou o Rio de Janeiro a Mato Grosso e a Amazônia por linhas telegráficas, e criou o Serviço Nacional de Proteção ao Índio.
Nos vinte anos seguintes o governo dedicou-se de fato aos interesses republicanos. Foram construídas Brasil afora mais de 6.000 km de estradas de ferro, usinas siderurgias e de energia elétrica. A seca no nordeste, esquecida desde os tempos do império, voltou a merecer atenção. Esse foi o período dos mineiros, além de Afonso Pena, Delfin Moreira, Wenceslau Braz e Arthur Bernardes, do fluminense Nilo Peçanha, do gaúcho Hermes da Fonseca e do paraibano Epitácio Pessoa.
Em 1926 outro ex-governador paulista voltou à presidência da República. Era conhecido por construir estradas. Enquanto governador. Como presidente construiu apenas uma, entre o Rio de Janeiro e Petrópolis. Dizem que para satisfazer o seu hobby: praticar rali, nas cercanias da capital federal.
Após 30 o Brasil mudou. Com o gaúcho Vargas a sociedade se viu contemplada com as leis sociais e trabalhistas que ainda vigoram com poucas alterações. Nasceram a Petrobras, a Vale do Rio Doce, a CSN, a CHESF, entre outras. Mato Grosso, por exemplo, recebeu obras importantes, inclusive os primeiros projetos de assentamento e reforma agrária, na parte sul do Estado. Dutra, o cuiabano, não fez um governo expressivo em obras, mas iniciou a construção da rodovia que leva o seu nome, ligando o Rio a São Paulo, e a hidrelétrica de Paulo Afonso.
JK, o bom mineiro, dispensa comentários. Suas realizações são incomparáveis. Merece, realmente, o título de maior brasileiro de todos os tempos.
Se não é confortável registrar os bem feitos do império, o mesmo se dá com os do regime militar. Não se pode, entretanto, deixar de reconhecer o trabalho realizado, principalmente pelos dois últimos. O gaúcho Ernesto Geisel promoveu a grande obra de incorporação do cerrado à agropecuária brasileira. O carioca João Figueiredo asfaltou boa parte das estradas de integração nacional construídas por Juscelino. Os dois tiveram o mérito de reconhecer que era preciso devolver o governo ao povo brasileiro.
Depois, com Sarney, herdeiro de Tancredo, aconteceu a institucionalização da nova ordem jurídica. Com Collor, apesar dos pesares, a abertura do mercado. Com Itamar, o plano de estabilização econômica. Com FHC o oba oba. E com Lula, o maior movimento de ascensão social da história do Brasil.
Agora, no momento do voto, a hora da decisão. Escolher um governo republicano de verdade ou um manda-chuva de província a serviço das elites e dos oligarcas de S.Paulo. Subir ao monte ou descer a serra. Eis a questão!
Levi Machado de Oliveira
Juscelino venceu por pouco a eleição presidencial de 1955. Seus adversários diretos, Juarez Távora, pela UDN, e Ademar de Barros, o candidato das elites paulistas, somaram mais votos. Por sorte, ainda não havia segundo turno. Hoje não dá para pensar o Brasil moderno sem Juscelino. O centro-oeste, o norte e o nordeste estavam isolados. Não havia ligações rodoviárias nem do sudeste com o sul, então, assim como ainda hoje, as duas regiões mais desenvolvidas do País.
JK revolucionou tudo. Ligou o sul com a construção da Regis Bittencourt. O norte, com a Belém-Brasília. Concluiu a Fernão Dias, iniciada por Vargas, ligando Belo Horizonte a São Paulo. Conectou Cuiabá a Porto Velho e Rio Branco, no Acre. Em Cáceres, alguns sobreviventes chegam às lágrimas quando falam de sua presença na inauguração da ponte sobre o rio Paraguai.
Como presidente fez de fato o que prometeu em campanha: cinqüenta anos em cinco. Construiu refinarias, hidrelétricas e siderúrgicas. Tirou o Brasil da roça. Criou a indústria de base e a automobilística. Suas obras no combate à seca no nordeste, ainda são as mais importantes já realizadas. E ao construir Brasília, mudando a capital brasileira para o centro-oeste, mudou também a cara, os rumos e a história do Brasil para sempre.
Não fosse a divina providência impedir que os adversários de Juscelino se unissem, a história não seria a mesma..Unidos, com Juarez ou Ademar, suas possibilidades de vitória seriam remotas. Ganhou por 400 mil votos. Em sua carreira política, conta-se que uma das convenções que enfrentou para galgar os postos eletivos aos quais concorreu, conseguiu vencê-la por um único mísero voto de diferença, dado por alguém que esteve prestes a não comparecer.
A história é imutável. Registra o passado. Para o futuro não fornece mais do que lições, ou ilusões. Não impede, porém, que façamos conjecturas. Uma delas, muito instigante: se naquela ocasião, ao invés de Juscelino, o povo brasileiro tivesse feito de Ademar de Barros o presidente da República.
Ao candidato paulista não faltavam dinheiro, experiência e currículo. Havia sido prefeito da cidade de São Paulo e governador do Estado. E, assim como o atual candidato representante daquelas mesmas elites, vivera exilado em países da América do Sul. Como postulante, estava preparado para o cargo de presidente do Brasil. Mas é improvável que fizesse algo parecido com a obra do construtor de Brasília. O problema não são as pessoas, sãos as forças que elas representam.
Para as elites paulistas, São Paulo é o que importa. Somente se interessam por obras de infraestrutura no Brasil se conduzirem a S. Paulo. Se demandam outros rumos, não lhes convém. Fazem qualquer coisa para impedir o andamento normal de uma obra como a Cuiabá-Santarém, agem contra o projeto da ferrovia leste-oeste, contra qualquer hipótese de ligação com os portos do Pacífico via Chile e Peru. Pela mesma razão tramam diuturnamente contra as hidrovias Paraguai-Cuiabá-Paraná, Teles Pires-Tapajós e Araguaia-Tocantins.
Se o voto é livre, as suas conseqüências não são. Quem estiver interessado nas obras de infraestrutura de que Mato Grosso tanto precisa, como as aqui citadas, que faça a sua opção no dia 31 de outubro. A história haverá de registrar o que vier depois!
Levi Machado de Oliveira
Registro lapidar da separação entre política e religião se encontra nos evangelhos de Mateus e Marcos, na célebre afirmação de que se deve dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Em outro registro, Jesus declara a Pilatos que o seu reino não se destinava a este mundo. Deveria, mas nem isso tem impedido a sobrevivência de posições retrógradas que insistem em misturar esses dois aspectos da vida. Quem assim age conscientemente não está a serviço do cristianismo. Está a serviço de Belzebu. De Deus, jamais.
Não tem importância as certezas ou incertezas de cada um. Deus, em termos absolutos, é o bem; Satanás, o mal. Bem e mal são conceitos universais básicos, referências fundamentais em qualquer tempo e lugar. Pouco importa a fé ou a falta de fé. Entre o bem e o mal navegam todos: crentes, ateus e agnósticos.
Estado é o espaço da política, das relações e da convivência social. Religião é diferente. Refere-se às coisas transcendentais do espírito humano. Suas regras se destinam à comunidade dos fiéis, não ao povo de uma determinada nacionalidade. Paulo, o príncipe dos apóstolos, quando escreveu aos Romanos a sua famosa epístola, destinou-a aos cristãos que viviam na capital do império. Como cidadão romano, ameaçado de morte em Jerusalém, foi a César que recorreu. Conta o livro de Atos que, ao fim, viveu em Roma com liberdade para pregar o reino de Deus e as coisas relacionadas a Jesus Cristo. Até Nero botar fogo em Roma e culpar os cristãos, mas isso já é um outro capítulo da história que a Bíblia não registrou.
Embora saibam disso, os tucanos agem de outro modo. Não sustentam o que pregam. Não fazem o que dizem. Buscam os fins sem focar os meios. Seus defeitos são atribuídos aos outros. As qualidades dos outros reivindicam para si, porque aos outros não admitem qualidades. Dissimulam tanto que já não há quem duvide da origem dos boatos difamatórios espalhados contra a candidata Dilma Rousseff.
Dos muitos boatos divulgados com intenções malévolas, dois deles se destacam pela agressividade dos boateiros. Sobre casamento gay e sobre aborto, mesmo não estando nenhum desses assuntos sequer mencionados no programa de governo da candidata ofendida. Mas, assim como se deve dar a César o que é de César, também ao Tucano se deve dar o que aos tucanos pertence.
Mordendo a própria língua, por razões desconhecidas, certamente inadiáveis, o candidato do PSDB veio a público e se disse favorável à união civil entre pessoas do mesmo sexo. Disse o que? Que apóia o casamento gay, pois a única definição possível para casamento é a união civil de duas pessoas. De sexos diferentes, mas se ele acha que pode ser do mesmo, cada um que faça a sua escolha. E como o castigo vem a galope, sobre o aborto o mistério não tardou em ser revelado. A hipocrisia do tucano emplumado não foi capaz de resistir às inconfidências de ex-alunas da candidata a primeira-dama. Nem o Chile foi poupado.
Não é tudo. Em matéria de ultraje à liberdade religiosa nada se compara à iniciativa de um destacado senador tucano, dos mais frenéticos, confesso porta-voz do ninho paulista. Seu projeto, de número 299, de 1999, propôs a limitação de toda a programação religiosa no rádio e na televisão ao máximo de uma hora por dia. Justificou o escabroso projeto de lei com o argumento de que “concebidos tal qual confessionários virtuais, esses programas prometem a redenção dos sofredores e miseráveis via pagamento do dízimo às igrejas que os patrocinam, usando e abusando da boa fé do público espectador”.
Intolerância à liberdade religiosa, aborto e casamento gay são temas que, a pautar-se por acontecimentos passados e recentes, devem ser muito importantes para tucanos de todos os gêneros. Se a natureza da espécie voadora reclama, então que seja dado a ela o que a ela pertence.
(Copiei o texto do Conversa afiada, que copiou do VerdadeSejaDita.net antes que seja removido
O Conversa Afiada reproduz post do site Seja Dita Verdade.net.
Leia rápido antes que os brucutus do Serra tirem do ar:
Está no site do Partido Verde para qualquer um ver. Está registrado no TSE. É o programa do PV, aprovado em sua Convenção Nacional por maioria absoluta de votos e sem contestação.
A atual campanha presidencial está sendo pautada pelo falso moralismo e a hipocrisia, em que temas como aborto, casamento gay e outras questões polêmicas têm sido exploradas de forma irresponsável e sendo alvo de manipulação através de impressionante guerrilha virtual comandada pelos apoiadores de José Serra na internet. Dilma Rousseff, a candidata de Lula e de mais de 47 milhões de brasileiros foi acusada de forma vil e mentirosa aqui na internet de querer legalizar o aborto, censurar a imprensa, fechar igrejas evangélicas e outras ignomínias.
Hoje José Serra está lutando para atrair o PV para que o apóie. A imprensa já noticiou que Serra ofereceu, em uma barganha condenável e torpe, quatro ministérios para que o Partido Verde participe de sua campanha. Então é preciso que os brasileiros saibam um pouco mais sobre o PV, esse partido-de-conveniência, onde Marina Silva, depois de 30 anos no PT, encontrou guarida; esse ajuntamento político que apóia todos os governos estaduais em troca de cargos. Em São Paulo estão com o PSDB e participam do governo. No Paraná estão com o PMDB e participam do governo. Em Minas Gerais abocanharam o seu quinhão fisiológico no governo de Aécio Neves e continuaram agarrados ao osso no de Antônio Anastasia. Hay gobierno? O PV está lá!
Em uma rápida pesquisa pelo programa de governo do Partido Verde, percebe-se que quem é favorável a pontos polêmicos é o partido de Fernando Gabeira. Entre eles, a legalização do aborto, a legalização da maconha, a diminuição da maioridade penal para 16 anos, o controle externo da mídia, a legalização do casamento gay e da prostituição, a entrega da Amazônia aos estrangeiros, o aumento dos impostos e muito, muito mais!
Contra fatos não há argumentos. Abaixo você se defrontará com a verdade mais cristalina, expressa no programa do PV, estampado no site dos verdes na internet (link):
O programa do partido é bem claro. No capítulo “Economia Verde para uma Vida Melhor”, exatamente no item 4, o partido diz:
Na prática, significa a entrega da Amazônia, o pulmão do mundo e uma das maiores riquezas do Brasil e de seu povo, com seus biomas naturais, diversidade ecológica, fauna e flora, à empresas estrangeiras. Significa BIOPIRATARIA. Aquele falso email de alguns anos atrás, que mostra um mapa da Amazônia como “região internacional” pode se tornar realidade se o PV for para o governo e colocar em prática o seu programa.
Quando o PT propõe controle externo dos meios de comunicação, a mídia tucana grita e o acusa de CENSURA! E quando o PV faz isso, chamamos do quê? É o que consta no programa do partido, item C do capítulo ”Cultura e Comunicação”:
Ainda no mesmo capítulo 4 do programa do PV, o ítem I é o mais polêmico de todos: abre espaço para a legalização do casamento gay e prostituição enquanto profissão. Vamos ao texto:
No capítulo 7 – “Reprodução Humana e Cidadania”, o PV desestimula pesquisas genéticas com células-tronco e reprodução in vitro, enterrando o sonho de milhares de famílias que almejam ter filhos e não conseguem por meios naturais ou de milhões de seres humanos que sofrem de enfermidades como a cegueira, esclerose múltipla ou a distrofia muscular. É o mesmo posicionamento ridículo e medieval de George W. Bush, que o presidente Barack Obama já baniu da agenda norte-americana, incentivando a ciência e a luta por seus avanços na pesquisa e na cura. É o item D:
O mais polêmico dos pontos também se encontra em “Reprodução Humana e Cidadania”, do programa do PV. O texto não deixa dúvidas quanto ao desejo do partido em legalizar o aborto, tema tão combatido tanto por Marina Silva (ex-candidata do próprio PV…) quanto por Dilma Rousseff (hoje Serra se diz contra, mas no senado apoiou o projeto de lei 78/1993 que o legalizava):
No capítulo 8 – “Justiça e Segurança”, o PV é demasiadamente retrógrado ao tentar resolver todos os problemas da violência com a redução da maioridade penal. Está lá no item C:
O PV é duro contra os menores infratores, mas resolve premiar os contraventores do Jogo do Bicho com a legalização das atividades. Seria um agradecimento aos bicheiros cariocas que encheram as burras de campanhas do ex-Gabeira? Ainda estamos no capítulo ”Justiça e Segurança”, mas agora é o item E:
O PV, apesar do atual discurso moralista de sua ex-candidata e de seus dirigentes, é bem claro quanto ao assunto. No item 4 do capítulo “Justiça e Segurança”, os verdes defendem a legalização da ‘canabis sativa’ :
“O PV propõe:
O PV quer ainda o “uso controlado pelo Estado” da maconha. A corrupção atingirá níveis alarmantes, pois os dependentes farão de tudo para conseguir as drogas.
Para “financiar a ecologia”, o PV quer, no capítulo 10 sobre “Energia”, o aumento de impostos. No item 4A, o partido é claro:
Na prática, este imposto verde do PV é muito mais danoso para a economia que a extinta CPMF. Tributar em 1% os combustíveis fósseis, em outras palavras, a gasolina, significa encarecer toda a cadeia produtiva, uma vez que a maior parte das mercadorias brasileiras circula por caminhões no território nacional. Além de todos os demais desatinos, o partido-de-conveniência, é um voraz adepto da condenável prática do aumento de impostos, taxas e tributos!
Ainda no assunto sobre a energia, o PV comete brutal equívoco (pregam a auto-suficiência quando o Brasil faz anos já é auto-suficiente) ou um crime de lesa-pátria ao revestirem-se de pensamentos tucanos e, literalmente, tentar acabar com a Petrobrás, a maior empresa do Brasil, segunda maior empresa de energia do mundo e uma das maiores empresas do planeta. Os verdes, apenas e tão somente, querem quebrar a espinha dorsal do maior patrimônio material dos brasileiros às vésperas do início da exploração do Pré-Sal! Está lá, no item B:
No capítulo 11, ”Política Nacional de Meio Ambiente e Grandes Ecossistemas”, em seu item 2F, o PV quer dar poder de polícia aos seringueiros. Seria o mesmo que investir o MST ou a UDR de faculdades legais que lhes permitissem portar armas, deter pessoas, invadir propriedades e se constituirem em milícias particulares à margem da lei e, paradoxalmente, protegidos e regulamentados pela União! Trata-se de uma excrescência. Vejam:
Ainda na Política Nacional de Meio Ambiente, o item F propõe suspender investimentos de siderúrgicas em Carajás – nossa extraordinária reserva mineral localizada no coração do Estado do Pará - acabando com milhares de empregos na região, subtraindo bilhões em impostos dos cofres públicos, com a utilização de desculpa esfarrapada simplesmente por não ter idéia do que se fazer com o problema da poluição ou competência para apresentar uma solução viável:
Marina Silva disputou a presidência da República por um partido que prega a legalização do aborto, do casamento gay, da prostituição, da maconha e do jogo-do-bicho, além de propor a criação de milícias, o fim da Petrobrás e de Carajás, a redução da maioridade penal, o controle externo da mídia e condena os avanços da ciência e da humanidade, ao pregar a proibição das pesquisas com células-tronco.
Os brasileiros precisam saber mais sobre o PV e seu programa liberticida.
O link para a leitura do Programa do Partido Verde é este abaixo. Leiam antes que os proprietários daquela legenda-de-aluguel o retirem do ar ao sabor das conveniências eleitorais e da demagogia.
CLIQUE AQUI PARA LER NA ÍNTEGRA O PROGRAMA DO PV.
O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo:deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la
gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4 – A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso,
argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?”Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos
indivíduos.Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
I noticed that some stores with multiple languages were behaving strange: If you click a given link, the store changed it’s display language.
Examining this problem further, I found that the culprit was in the “Main” link, which had to open the store’s main page, but it was switching the active language as well.
So, to duplicate the error, you have to create a link to any page, with some parameters. Then you create a new link to index.php WITHOUT ANY PARAMETERS.
The result is that the parameters from the first link are DUPLICATED in the second link.
You can reproduce the error by adding this code to any page:
echo tep_href_link('index.php', 'param1=xx&param2=xy').'< br />'; echo tep_href_link('index.php');
It will show something like:
http://domain.tld/index.php?param1=xx&param2=xy http://domain.tld/index.php?param1=xx&param2=xy
These parameters in the latter shouldn’t be here, correct?
The solution is quite simple, and involves adding 2 lines to the file includes/modules/ultimate_seo_urls5/classes/usu.php, in the function public function href_link.
I will let you think about it a little. Contact me if you need help in fixing this
I upgraded this osCommerce contribution after finding a small bug, and got this error while running an utility I wrote.
For a better explanation, I usually write scripts to help updating the store, cleaning databases, or even generating google sitemaps, but keep these scripts is a subdirectory of the main script, to avoid messing too much and forgetting to delete potentially dangerous scripts.
So, when I was trying to run to insert a new option to a batch of products, I had this error displayed:
"Warning: USU5 could not find a valid base filename, please inform the developer. in ..."
Sure enough, this “bug” was located in the file application_top.php, in a new function added in r119. As the problem is due to this script’s location being outside the main dir, the solution was quite simple. I added a few lines checking if the directory in use is different from the catalog’s dir, and simply returned a correct value overriding the function. In other words:
Locate in includes/application_top.php the lines
/** * USU5 function to return the base filename */ function usu5_base_filename() { // Probably won't get past SCRIPT_NAME unless this is reporting cgi location $base = new ArrayIterator( array( 'SCRIPT_NAME', 'PHP_SELF', 'REQUEST_URI', 'ORIG_PATH_INFO', 'HTTP_X_ORIGINAL_URL', 'HTTP_X_REWRITE_URL' ) ); while ( $base->valid() ) { if ( array_key_exists( $base->current(), $_SERVER ) && !empty( $_SERVER[$base->current()] ) ) { if ( false !== strpos( $_SERVER[$base->current()], '.php' ) ) { preg_match( '@[a-z0-9_]+\.php@i', $_SERVER[$base->current()], $matches ); if ( is_array( $matches ) && ( array_key_exists( 0, $matches ) ) && ( substr( $matches[0], -4, 4 ) == '.php' ) && ( is_readable( $matches[0] ) || ( false !== strpos( $_SERVER[$base->current()], 'ext/modules/' ) ) ) ) { return $matches[0]; } } } $base->next(); } // Some odd server set ups return / for SCRIPT_NAME and PHP_SELF when accessed as mysite.com (no index.php) where they usually return /index.php if ( ( $_SERVER['SCRIPT_NAME'] == '/' ) || ( $_SERVER['PHP_SELF'] == '/' ) ) { return 'index.php'; } trigger_error( 'USU5 could not find a valid base filename, please inform the developer.', E_USER_WARNING ); } // End function // set php_self in the local scope $PHP_SELF = usu5_base_filename();
and change for
/** * USU5 function to return the base filename */ function usu5_base_filename() { // Probably won't get past SCRIPT_NAME unless this is reporting cgi location $base = new ArrayIterator( array( 'SCRIPT_NAME', 'PHP_SELF', 'REQUEST_URI', 'ORIG_PATH_INFO', 'HTTP_X_ORIGINAL_URL', 'HTTP_X_REWRITE_URL' ) ); while ( $base->valid() ) { if ( array_key_exists( $base->current(), $_SERVER ) && !empty( $_SERVER[$base->current()] ) ) { if ( false !== strpos( $_SERVER[$base->current()], '.php' ) ) { // ignore processing if this script is not running in the catalog directory if( dirname($_SERVER[$base->current()]).'/' != DIR_WS_CATALOG){ return $_SERVER[$base->current()]; } preg_match( '@[a-z0-9_]+\.php@i', $_SERVER[$base->current()], $matches ); if ( is_array( $matches ) && ( array_key_exists( 0, $matches ) ) && ( substr( $matches[0], -4, 4 ) == '.php' ) && ( is_readable( $matches[0] ) || ( false !== strpos( $_SERVER[$base->current()], 'ext/modules/' ) ) ) ) { return $matches[0]; } } } $base->next(); } // Some odd server set ups return / for SCRIPT_NAME and PHP_SELF when accessed as mysite.com (no index.php) where they usually return /index.php if ( ( $_SERVER['SCRIPT_NAME'] == '/' ) || ( $_SERVER['PHP_SELF'] == '/' ) ) { return 'index.php'; } trigger_error( 'USU5 could not find a valid base filename, please inform the developer.', E_USER_WARNING ); } // End function // set php_self in the local scope $PHP_SELF = usu5_base_filename(); Let me know if yout tried this modification.
Today I was trying to install my Craft Robo for use with Corel X5, and found several forum threads asking for the newest version of CM2 to use with Corel X5.
Amazingly, Graphtec’s sites in UK and USA are still providing the older versions (1.61 and 1.70 respectively), which are not recognized by Corel X5.
I then searched the Japanese site and found version 1.71, which worked like a charm with X5.
So, you can find download the new version here. Or in this page (in Japanese).
Let me know if this post helped you in the comments below. Cheers!