Archive for the ‘Uncategorized’ Category

desabafo. Suporte online serve para quê????

Wednesday, April 13th, 2011

Eu não posso deixar uma idiotice desse tipo sem publicar, infelizmente. O sistema Pagseguro, que é uma das únicas opções para pagamento online no Brasil, poderia pelo menos colocar uns atendentes que leiam as questões feitas antes de responder ao cliente.

Veja abaixo uma troca de mensagens que poderia ter sdo finalizada melhor:

08/04/2011

Olá, Acabei de estornar um pagamento efetuado por uma cliente que efetuou o mesmo pagamento em duplicidade. Até aí, não há problema algum. Entretanto, a cliente abriu a disputa como pedido recebido com problemas, o que não é o caso e essa disputa gerou um ponto negativo para minha conta que tinha 100 de pontos positivos. Há possibilidade de corrigir esse ponto retirado? Note que na mensagem da cliente ela diz que o pagamento foi efetuado em duplicidade, o que não é nossa responsabilidade, e por isso não acho justo a pontuação negativa. Aguardo, Claudio Hideki Imai
11/04/2011 – Resposta:

Olá Claudio, Todas as vezes que você efetuar uma transação com outro usuário PagSeguro que tenha sua conta verificada, o comprador terá a opção de qualificar a contraparte com 1 ponto positivo. Este ponto positivo será postado na tabela de qualificações. Você poderá verificar suas qualificações em “Meus Dados – Detalhes da Conta” no item “Pontuações”. Cada usuário só poderá qualificar um mesmo usuário uma única vez. Se acontecer um problema com outro usuário e este problema resultar em uma disputa, então será subtraído um ponto das “Pontuações”. A pontuação Positiva é a porcentagem do número total de transações que foram realizadas com sucesso, em relação ao número total de transações. O cálculo usado para definir a porcentagem positiva é feito usando a seguinte fórmula: 100 dividido pelo número total de “Transações Qualificadas” e multiplicado pelo número de transações realizadas com sucesso (Pontuação). Atenciosamente, Equipe de Atendimento PagSeguro PagSeguro. A solução completa para pagamentos online. DÚVIDAS? Acesse:
11/04/2011

Olá, Karen Agradeço sua resposta. O que gostaria de colocar é que não acho justo a pontuação decair tão simplesmente, pois nesse caso minha pontuação caiu apenas por que a cliente efetuou o pagamento em duplicidade, o que não qualifica a transação como falha de minha parte, correto? Entretanto, isso automaticamente significa que minha pontuação vai decair. Ou seja, o cliente faz uma ação errada, eu procedo do modo correto e sou penalizado com ponto negativo. Não é um cálculo exatamente justo, concorda? Obrigado pela atenção.
13/04/2011 – Resposta:

Olá Claudio, A pontuação Positiva é a porcentagem do número total de transações que foram realizadas com sucesso, em relação ao número total de transações. O cálculo usado para definir a porcentagem positiva é feito usando a seguinte fórmula: 100 dividido pelo número total de “Transações Qualificadas” e multiplicado pelo número de transações realizadas com sucesso (Pontuação). Atenciosamente, Equipe de Atendimento PagSeguro . A solução completa para pagamentos online. DÚVIDAS? Acesse:

OU seja, eu faço um comentário, e a resposta é simplesmente copiada de um manual, e pior ainda, repetida como se fossem papagaios respondendo…

305 livros grátis

Wednesday, March 23rd, 2011

Recebi esta lista por email (valeu, Douglas!) É só clicar no título para  ler ou imprimir.

1.     A Divina Comédia -Dante Alighieri
2.     A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3.     Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4.     Dom Casmurro -Machado de Assis
5.     Cancioneiro -Fernando Pessoa
6.     Romeu e Julieta -William Shakespeare
7.     A Cartomante -Machado de Assis
8.     Mensagem -Fernando Pessoa
9.     A Carteira -Machado de Assis
10.     A Megera Domada -William Shakespeare
11.     A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
12.     Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13.     O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14.     Dom Casmurro -Machado de Assis
15.     Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16.     Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17.     Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18.     A Carta -Pero Vaz de Caminha
19.     A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20.     Macbeth -William Shakespeare
21.     Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
22.     A Tempestade -William Shakespeare
23.     O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24.     A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25.     Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26.     A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27.     O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28.     O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29.     A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30.     Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
31.     Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
32.     A Mão e a Luva -Machado de Assis
33.     Arte Poética -Aristóteles
34.     Conto de Inverno -William Shakespeare
35.     Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
36.     Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37.     Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38.     A Metamorfose -Franz Kafka
39.     A Cartomante -Machado de Assis
40.     Rei Lear -William Shakespeare
41.     A Causa Secreta -Machado de Assis
42.     Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43.     Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44.     Júlio César -William Shakespeare
45.     Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
46.     Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47.     Cancioneiro -Fernando Pessoa
48.     Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
49.     A Ela -Machado de Assis
50.     O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51.     Dom Casmurro -Machado de Assis
52.     A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53.     Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54.     Adão e Eva -Machado de Assis
55.     A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56.     A Chinela Turca -Machado de Assis
57.     As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
58.     Poemas Selecionados -Florbela Espanca
59.     As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
60.     Iracema -José de Alencar
61.     A Mão e a Luva -Machado de Assis
62.     Ricardo III -William Shakespeare
63.     O Alienista -Machado de Assis
64.     Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
65.     A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
66.     A Carteira -Machado de Assis
67.     Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68.     Senhora -José de Alencar
69.     A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
70.     Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
71.     A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72.     Sonetos -Luís Vaz de Camões
73.     Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74.     Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75.     Iracema -José de Alencar
76.     Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
77.     Os Maias -José Maria Eça de Queirós
78.     O Guarani -José de Alencar
79.     A Mulher de Preto -Machado de Assis
80.     A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
81.     A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
82.     A Pianista -Machado de Assis
83.     Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84.     A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85.     A Herança -Machado de Assis
86.     A chave -Machado de Assis
87.     Eu -Augusto dos Anjos
88.     As Primaveras -Casimiro de Abreu
89.     A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90.     Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91.     Quincas Borba -Machado de Assis
92.     A Segunda Vida -Machado de Assis
93.     Os Sertões -Euclides da Cunha
94.     Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95.     O Alienista -Machado de Assis
96.     Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97.     Medida Por Medida -William Shakespeare
98.     Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99.     A Alma do Lázaro -José de Alencar
100.     A Vida Eterna -Machado de Assis
101.     A Causa Secreta -Machado de Assis
102.     14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103.     Divina Comedia -Dante Alighieri
104.     O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105.     Coriolano -William Shakespeare
106.     Astúcias de Marido -Machado de Assis
107.     Senhora -José de Alencar
108.     Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109.     Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
110.     Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
111.     A ‘Não-me-toques’ ! -Artur Azevedo
112.     Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113.     Obras Seletas -Rui Barbosa
114.     A Mão e a Luva -Machado de Assis
115.     Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116.     Aurora sem Dia -Machado de Assis
117.     Édipo-Rei -Sófocles
118.     O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119.     Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120.     O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121.     Tito Andrônico -William Shakespeare
122.     Adão e Eva -Machado de Assis
123.     Os Sertões -Euclides da Cunha
124.     Esaú e Jacó -Machado de Assis
125.     Don Quixote -Miguel de Cervantes
126.     Camões -Joaquim Nabuco
127.     Antes que Cases -Machado de Assis
128.     A melhor das noivas -Machado de Assis
129.     Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130.     O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131.     A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
132.     Helena -Machado de Assis
133.     Contos -José Maria Eça de Queirós
134.     A Sereníssima República -Machado de Assis
135.     Iliada -Homero
136.     Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137.     A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
138.     Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139.     Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
140.     Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
141.     Anedota Pecuniária -Machado de Assis
142.     A Carne -Júlio Ribeiro
143.     O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144.     Don Quijote -Miguel de Cervantes
145.     A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
146.     A Semana -Machado de Assis
147.     A viúva Sobral -Machado de Assis
148.     A Princesa de Babilônia -Voltaire
149.     O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150.     Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151.     Papéis Avulsos -Machado de Assis
152.     Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153.     Cartas D’Amor -José Maria Eça de Queirós
154.     O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155.     Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
156.     Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157.     A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158.     A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159.     Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160.     Almas Agradecidas -Machado de Assis
161.     Cartas D’Amor – O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162.     Contos Fluminenses -Machado de Assis
163.     Odisséia -Homero
164.     Quincas Borba -Machado de Assis
165.     A Mulher de Preto -Machado de Assis
166.     Balas de Estalo -Machado de Assis
167.     A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168.     O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169.     A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170.     Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171.     CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172.     Cinco Minutos -José de Alencar
173.     Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174.     Lucíola -José de Alencar
175.     A Parasita Azul -Machado de Assis
176.     A Viuvinha -José de Alencar
177.     Utopia -Thomas Morus
178.     Missa do Galo -Machado de Assis
179.     Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
180.     História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
181.     Hamlet -William Shakespeare
182.     A Ama-Seca -Artur Azevedo
183.     O Espelho -Machado de Assis
184.     Helena -Machado de Assis
185.     As Academias de Sião -Machado de Assis
186.     A Carne -Júlio Ribeiro
187.     A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188.     Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189.     Antes da Missa -Machado de Assis
190.     A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191.     A Carta -Pero Vaz de Caminha
192.     LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193.     A mulher Pálida -Machado de Assis
194.     Americanas -Machado de Assis
195.     Cândido -Voltaire
196.     Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
197.     El Arte de la Guerra -Sun Tzu
198.     Conto de Escola -Machado de Assis
199.     Redondilhas -Luís Vaz de Camões
200.     Iluminuras -Arthur Rimbaud
201.     Schopenhauer -Thomas Mann
202.     Carolina -Casimiro de Abreu
203.     A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
204.     Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
205.     Memorial de Aires -Machado de Assis
206.     Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
207.     A última receita -Machado de Assis
208.     7 Canções -Salomão Rovedo
209.     Antologia -Antero de Quental
210.     O Alienista -Machado de Assis
211.     Outras Poesias -Augusto dos Anjos
212.     Alma Inquieta -Olavo Bilac
213.     A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
214.     A Semana -Machado de Assis
215.     Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
216.     A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
217.     Esaú e Jacó -Machado de Assis
218.     Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
219.     História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
220.     A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
221.     Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
222.     Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
223.     Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
224.     A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
225.     Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
226.     As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
227.     O LIVRO D’ELE -Florbela Espanca
228.     O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
229.     A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
230.     Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
231.     A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
232.     Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
233.     Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
234.     A Bela Madame Vargas -João do Rio
235.     Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
236.     Cinco Mulheres -Machado de Assis
237.     A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
238.     O Cortiço -Aluísio Azevedo
239.     RELIQUIAE -Florbela Espanca
240.     Minha formação -Joaquim Nabuco
241.     A Conselho do Marido -Artur Azevedo
242.     Auto da Alma -Gil Vicente
243.     345 -Artur Azevedo
244.     O Dicionário -Machado de Assis
245.     Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
246.     A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
247.     AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
248.     Cinco minutos -José de Alencar
249.     Lucíola -José de Alencar
250.     Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
251.     A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
252.     A Alegria da Revolução -Ken Knab
253.     O Ateneu -Raul Pompéia
254.     O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
255.     Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
256.     A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
257.     Noite de Almirante -Machado de Assis
258.     O Sertanejo -José de Alencar
259.     A Conquista -Coelho Neto
260.     Casa Velha -Machado de Assis
261.     O Enfermeiro -Machado de Assis
262.     O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
263.     Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
264.     A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
265.     Poemas -Safo
266.     A Viuvinha -José de Alencar
267.     Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
268.     Contos para Velhos -Olavo Bilac
269.     Ulysses -James Joyce
270.     13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
271.     Cícero -Plutarco
272.     Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
273.     Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
274.     As Religiões no Rio -João do Rio
275.     Várias Histórias -Machado de Assis
276.     A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
277.     Bons Dias -Machado de Assis
278.     O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
279.     A Capital Federal -Artur Azevedo
280.     A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
281.     As Forças Caudinas -Machado de Assis
282.     Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
283.     Balas de Estalo -Machado de Assis
284.     AS VIAGENS -Olavo Bilac
285.     Antigonas -Sofócles
286.     A Dívida -Artur Azevedo
287.     Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
288.     Uns Braços -Machado de Assis
289.     Ubirajara -José de Alencar
290.     Poética -Aristóteles
291.     Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
292.     A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
293.     Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
294.     Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
295.     Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
296.     Via-Láctea -Olavo Bilac
297.     O Mulato -Aluísio de Azevedo
298.     O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
299.     Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
300.     A Pata da Gazela -José de Alencar
301.     BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
302.     Vozes d’África -Antônio Frederico de Castro Alves
303.     Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
304.     O que é o Casamento? -José de Alencar
305.     A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht

sobre nossa situação no Japão

Tuesday, March 15th, 2011

Como dizem, os rumores são exagerados.

O terremoto foi uma tragédia sem precedentes para este país, mas agora é questão de tocar de novo em frente.

O oba oba sobre o meltdown em Fukushima é exagero. Claro que se houver realmente, a região será devastada mas a população já foi evacuada em um raio de 20Km da Usina. Porém a radioatividade não chegará a afetar o resto do país, muito menos a região onde moro (fica a 600Km da usina).
O que vai afetar é o racionamento de energia, mas esse é feito de modo diferente do Brasil.

Aqui há milhares de médias metalúrgicas, que consomem MUITA energia elétrica. O racionamento é feito colocando essas usinas para trabalhar em rodízio, folgando os dois dias por semana em dias alternados, i.e., algumas folgam segunda e terça, outras folgam quarta e quinta e assim por diante, sem mudar o ritmo de 5×2 dias de trabalho x folga.
Assim, o efeito para a população é reduzido

A apreensão maior agora é com possível falta de alimentos, o que pode causar problemas a médio prazo mesmo para residentes de outras regiões. Mas este não é um país em guerra, então a coisa não pode ficar tão feia assim.

Em resumo, estamos bem, com acesso à net, trabalhando normalmente. Apenas essa lentidão da internet no mundo inteiro que me deixa com a pulga atrás da orelha. Como está o seu acesso?

Avast free serial

Wednesday, December 22nd, 2010

Avast free:

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Pense sobre a eleição

Friday, October 29th, 2010
Recebi esse texto por email, se alguém souber de onde saiu, gostaria de colocar a fonte.
Coloquei aqui pois não aguento mais os email tucanos cominformações incorretas e ataques idiotas e sem realidade contra a candidata à presidência.
Eu não sou petista, mas prefiro fundamentar escolhas políticas em fatos ao invés de mentiras lustradas.
Claudio

A REPÚBLICA NA HORA DO VOTO

Levi Machado de Oliveira

Por desconfortável que seja não se pode ignorar o fato de que no tempo do império o interesse publico merecia maior respeito, na comparação com alguns momentos da história republicana. Da proclamação até 1906, passaram pelo governo cinco presidentes. Nada de importante se realizou no período fora da capital federal e da província de São Paulo. A não ser o insano massacre de Canudos ordenado por Prudente de Moraes.

Se foi tarde, o império teve lá seus méritos. Legou à Republica mais de 9.500 km de trilhos ferroviários. A navegação fluvial ainda não foi melhor aproveitada. Boa parte dos portos atuais já estava em operação. Estradas, somente para carros de bois e tropas, porque veículos a motor, assim como aviões, ainda não faziam parte da história.

Cinco presidentes estiveram a frente dos destinos da nação até 1906. Dois generais, Deodoro e Floriano; e três civis: os ex~governadores de S. Paulo Prudente de Moraes, Campos Sales e Rodrigues Alves. Os dois primeiros, por razões imperativas, tiveram de cuidar apenas dos aspectos institucionais do novo regime. Os demais cuidaram dos interesses da sua província. Na visão dos oligarcas paulistas o Brasil deve ser o fornecedor de matéria prima e mão de obra para suas manufaturas. Nada mudou. Borba Gato e sua turma agiam do mesmo modo. Capturavam índios para escravizar, ouro e pedras preciosas para a grandeza de Piratininga.

Na República, o primeiro presidente a se ocupar do interesse nacional foi o mineiro Afonso Pena. Visitou todos os Estados que os meios de transporte do seu tempo permitiam. Procurou saber, pessoalmente, das demandas locais. Com ele, Rondon ligou o Rio de Janeiro a Mato Grosso e a Amazônia por linhas telegráficas, e criou o Serviço Nacional de Proteção ao Índio.

Nos vinte anos seguintes o governo dedicou-se de fato aos interesses republicanos. Foram construídas Brasil afora mais de 6.000 km de estradas de ferro, usinas siderurgias e de energia elétrica. A seca no nordeste, esquecida desde os tempos do império, voltou a merecer atenção. Esse foi o período dos mineiros, além de Afonso Pena, Delfin Moreira, Wenceslau Braz e Arthur Bernardes, do fluminense Nilo Peçanha, do gaúcho Hermes da Fonseca e do paraibano Epitácio Pessoa.

Em 1926 outro ex-governador paulista voltou à presidência da República. Era conhecido por construir estradas. Enquanto governador. Como presidente construiu apenas uma, entre o Rio de Janeiro e Petrópolis. Dizem que para satisfazer o seu hobby: praticar rali, nas cercanias da capital federal.

Após 30 o Brasil mudou. Com o gaúcho Vargas a sociedade se viu contemplada com as leis sociais e trabalhistas que ainda vigoram com poucas alterações. Nasceram a Petrobras, a Vale do Rio Doce, a CSN, a CHESF, entre outras. Mato Grosso, por exemplo, recebeu obras importantes, inclusive os primeiros projetos de assentamento e reforma agrária, na parte sul do Estado. Dutra, o cuiabano, não fez um governo expressivo em obras, mas iniciou a construção da rodovia que leva o seu nome, ligando o Rio a São Paulo, e a hidrelétrica de Paulo Afonso.

JK, o bom mineiro, dispensa comentários. Suas realizações são incomparáveis. Merece, realmente, o título de maior brasileiro de todos os tempos.

Se não é confortável registrar os bem feitos do império, o mesmo se dá com os do regime militar. Não se pode, entretanto, deixar de reconhecer o trabalho realizado, principalmente pelos dois últimos. O gaúcho Ernesto Geisel promoveu a grande obra de incorporação do cerrado à agropecuária brasileira. O carioca João Figueiredo asfaltou boa parte das estradas de integração nacional construídas por Juscelino. Os dois tiveram o mérito de reconhecer que era preciso devolver o governo ao povo brasileiro.

Depois, com Sarney, herdeiro de Tancredo, aconteceu a institucionalização da nova ordem jurídica. Com Collor, apesar dos pesares, a abertura do mercado. Com Itamar, o plano de estabilização econômica. Com FHC o oba oba. E com Lula, o maior movimento de ascensão social da história do Brasil.

Agora, no momento do voto, a hora da decisão. Escolher um governo republicano de verdade ou um manda-chuva de província a serviço das elites e dos oligarcas de S.Paulo. Subir ao monte ou descer a serra. Eis a questão!

AS CONSEQUÊNCIAS DO VOTO

Levi Machado de Oliveira

Juscelino venceu por pouco a eleição presidencial de 1955. Seus adversários diretos, Juarez Távora, pela UDN, e Ademar de Barros, o candidato das elites paulistas, somaram mais votos. Por sorte, ainda não havia segundo turno. Hoje não dá para pensar o Brasil moderno sem Juscelino. O centro-oeste, o norte e o nordeste estavam isolados. Não havia ligações rodoviárias nem do sudeste com o sul, então, assim como ainda hoje, as duas regiões mais desenvolvidas do País.
JK revolucionou tudo. Ligou o sul com a construção da Regis Bittencourt. O norte, com a Belém-Brasília. Concluiu a Fernão Dias, iniciada por Vargas, ligando Belo Horizonte a São Paulo. Conectou Cuiabá a Porto Velho e Rio Branco, no Acre. Em Cáceres, alguns sobreviventes chegam às lágrimas quando falam de sua presença na inauguração da ponte sobre o rio Paraguai.
Como presidente fez de fato o que prometeu em campanha: cinqüenta anos em cinco. Construiu refinarias, hidrelétricas e siderúrgicas. Tirou o Brasil da roça. Criou a indústria de base e a automobilística. Suas obras no combate à seca no nordeste, ainda são as mais importantes já realizadas. E ao construir Brasília, mudando a capital brasileira para o centro-oeste, mudou também a cara, os rumos e a história do Brasil para sempre.
Não fosse a divina providência impedir que os adversários de Juscelino se unissem, a história não seria a mesma..Unidos, com Juarez ou Ademar, suas possibilidades de vitória seriam remotas. Ganhou por 400 mil votos. Em sua carreira política, conta-se que uma das convenções que enfrentou para galgar os postos eletivos aos quais concorreu, conseguiu vencê-la por um único mísero voto de diferença, dado por alguém que esteve prestes a não comparecer.
A história é imutável. Registra o passado. Para o futuro não fornece mais do que lições, ou ilusões. Não impede, porém, que façamos conjecturas. Uma delas, muito instigante: se naquela ocasião, ao invés de Juscelino, o povo brasileiro tivesse feito de Ademar de Barros o presidente da República.
Ao candidato paulista não faltavam dinheiro, experiência e currículo. Havia sido prefeito da cidade de São Paulo e governador do Estado. E, assim como o atual candidato representante daquelas mesmas elites, vivera exilado em países da América do Sul. Como postulante, estava preparado para o cargo de presidente do Brasil. Mas é improvável que fizesse algo parecido com a obra do construtor de Brasília. O problema não são as pessoas, sãos as forças que elas representam.
Para as elites paulistas, São Paulo é o que importa. Somente se interessam por obras de infraestrutura no Brasil se conduzirem a S. Paulo. Se demandam outros rumos, não lhes convém. Fazem qualquer coisa para impedir o andamento normal de uma obra como a Cuiabá-Santarém, agem contra o projeto da ferrovia leste-oeste, contra qualquer hipótese de ligação com os portos do Pacífico via Chile e Peru. Pela mesma razão tramam diuturnamente contra as hidrovias Paraguai-Cuiabá-Paraná, Teles Pires-Tapajós e Araguaia-Tocantins.
Se o voto é livre, as suas conseqüências não são. Quem estiver interessado nas obras de infraestrutura de que Mato Grosso tanto precisa, como as aqui citadas, que faça a sua opção no dia 31 de outubro. A história haverá de registrar o que vier depois!

A TUCANO O QUE É DE TUCANO

Levi Machado de Oliveira

Registro lapidar da separação entre política e religião se encontra nos evangelhos de Mateus e Marcos, na célebre afirmação de que se deve dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Em outro registro, Jesus declara a Pilatos que o seu reino não se destinava a este mundo. Deveria, mas nem isso tem impedido a sobrevivência de posições retrógradas que insistem em misturar esses dois aspectos da vida. Quem assim age conscientemente não está a serviço do cristianismo. Está a serviço de Belzebu. De Deus, jamais.
Não tem importância as certezas ou incertezas de cada um. Deus, em termos absolutos, é o bem; Satanás, o mal. Bem e mal são conceitos universais básicos, referências fundamentais em qualquer tempo e lugar. Pouco importa a fé ou a falta de fé. Entre o bem e o mal navegam todos: crentes, ateus e agnósticos.
Estado é o espaço da política, das relações e da convivência social. Religião é diferente. Refere-se às coisas transcendentais do espírito humano. Suas regras se destinam à comunidade dos fiéis, não ao povo de uma determinada nacionalidade. Paulo, o príncipe dos apóstolos, quando escreveu aos Romanos a sua famosa epístola, destinou-a aos cristãos que viviam na capital do império. Como cidadão romano, ameaçado de morte em Jerusalém, foi a César que recorreu. Conta o livro de Atos que, ao fim, viveu em Roma com liberdade para pregar o reino de Deus e as coisas relacionadas a Jesus Cristo. Até Nero botar fogo em Roma e culpar os cristãos, mas isso já é um outro capítulo da história que a Bíblia não registrou.
Embora saibam disso, os tucanos agem de outro modo. Não sustentam o que pregam. Não fazem o que dizem. Buscam os fins sem focar os meios. Seus defeitos são atribuídos aos outros. As qualidades dos outros reivindicam para si, porque aos outros não admitem qualidades. Dissimulam tanto que já não há quem duvide da origem dos boatos difamatórios espalhados contra a candidata Dilma Rousseff.
Dos muitos boatos divulgados com intenções malévolas, dois deles se destacam pela agressividade dos boateiros. Sobre casamento gay e sobre aborto, mesmo não estando nenhum desses assuntos sequer mencionados no programa de governo da candidata ofendida. Mas, assim como se deve dar a César o que é de César, também ao Tucano se deve dar o que aos tucanos pertence.
Mordendo a própria língua, por razões desconhecidas, certamente inadiáveis, o candidato do PSDB veio a público e se disse favorável à união civil entre pessoas do mesmo sexo. Disse o que? Que apóia o casamento gay, pois a única definição possível para casamento é a união civil de duas pessoas. De sexos diferentes, mas se ele acha que pode ser do mesmo, cada um que faça a sua escolha. E como o castigo vem a galope, sobre o aborto o mistério não tardou em ser revelado. A hipocrisia do tucano emplumado não foi capaz de resistir às inconfidências de ex-alunas da candidata a primeira-dama. Nem o Chile foi poupado.
Não é tudo. Em matéria de ultraje à liberdade religiosa nada se compara à iniciativa de um destacado senador tucano, dos mais frenéticos, confesso porta-voz do ninho paulista. Seu projeto, de número 299, de 1999, propôs a limitação de toda a programação religiosa no rádio e na televisão ao máximo de uma hora por dia. Justificou o escabroso projeto de lei com o argumento de que “concebidos tal qual confessionários virtuais, esses programas prometem a redenção dos sofredores e miseráveis via pagamento do dízimo às igrejas que os patrocinam, usando e abusando da boa fé do público espectador”.
Intolerância à liberdade religiosa, aborto e casamento gay são temas que, a pautar-se por acontecimentos passados e recentes, devem ser muito importantes para tucanos de todos os gêneros. Se a natureza da espécie voadora reclama, então que seja dado a ela o que a ela pertence.