Objetivismo: O discurso do dinheiro

June 28th, 2011

Retirei esse texto de um blog (Akita on Rails). É a tradução livre do discurso de Francisco d’Anconia no livro “A revolta de Atlas”, onde ele fala do que significa o dinheiro:
Então o senhor acha que o dinheiro é a origem de todo o mal? O senhor já se perguntou qual é a origem do dinheiro? O dinheiro é um instrumento de troca, que só pode existir quando há bens produzidos e homens capazes de produzi-los. O dinheiro é a forma material do princípio de que os homens que querem negociar uns com os outros precisam trocar um valor por outro. O dinheiro não é o instrumento dos pidões, que pedem produtos por meio de lágrimas, nem dos saqueadores, que os levam à força. O dinheiro só se torna possível através dos homens que produzem. É isto que o senhor considera mau? Quem aceita dinheiro como pagamento por seu esforço só o faz por saber que ele será trocado pelo produto de esforço de outrem. Não são os pidões nem os saqueadores que dão ao dinheiro o seu valor. Nem um oceano de lágrimas nem todas as armas do mundo podem transformar aqueles pedaços de papel no seu bolso no pão de que você precisa para sobreviver. Aqueles pedaços de papel, que deveriam ser ouro, são penhores de honra; por meio deles você se apropria da energia dos homens que produzem. A sua carteira afirma a esperança de que em algum lugar no mundo a seu redor existem homens que não traem aquele princípio moral que é a origem da produção? Olhe para um gerador de eletricidade e ouse dizer que ele foi criado pelo esforço muscular de criaturas irracionais. Tente plantar um grão de trigo sem os conhecimentos que lhe foram legados pelos homens que foram os primeiros a plantar trigo. Tente obter alimentos usando apenas movimentos físicos, e descobrirá que a mente do homem é a origem de todos os produtos e de toda a riqueza que já houve na terra.

Mas o senhor diz que o dinheiro é feito pelos fortes em detrimento dos fracos? A que força o senhor se refere? Não é à força das armas nem dos músculos. A riqueza é produto da capacidade humana de pensar. Então o dinheiro é feito pelo homem que inventa um motor em detrimento daquele que não o inventaram? O dinheiro é feito pela inteligência em detrimento dos estúpidos? Pelos capazes em detrimento dos incompetentes? Pelos ambiciosos em detrimento dos preguiçosos? O dinheiro é feito – antes de poder ser embolsado pelos pidões e pelos saqueadores – pelo esforço honesto de todo homem honesto, cada um na medida de sua capacidade. O homem honesto é aquele que sabe que não pode consumir mais do que produz. Comerciar por meio do dinheiro é o código dos homens de boa vontade. O dinheiro baseia-se no axioma de que todo homem é proprietário de sua mente e de seu trabalho. O dinheiro não permite que nenhum poder prescreva o valor do seu trabalho, senão a escolha voluntária do homem que está disposto a trocar com você o trabalho dele. O dinheiro permite que você obtenha em troca dos seus produtos e do seu trabalho aquilo que esses produtos e esse trabalho valem para os homens que os adquirem, e nada mais que isso. O dinheiro só permite os negócios em que há benefício mútuo segundo o juízo das partes voluntárias.

O dinheiro exige o reconhecimento de que os homens precisam trabalhar em benefício próprio, e não em detrimento de si próprio; para lucrar, não para perder; de que os homens não são bestas de carga, que não nascem para arcar com o ônus da miséria; de que é preciso oferecer-lhes valores, não dores; de que o vínculo comum entre os homens não é a troca de sofrimento, mas a troca de bens. O dinheiro exige que o senhor venda não a sua fraqueza à estupidez humana, mas o seu talento à razão humana; exige que o senhor compre não o pior que os outros oferecem, mas o melhor que o seu dinheiro pode comprar. E, quando os homens vivem do comércio – com a razão e não à força, como árbitro irrecorrível –, é o melhor produto que sai vencendo, o melhor desempenho, o homem de melhor juízo e maior capacidade – e o grau da produtividade de um homem é o grau de sua recompensa. Este é o código da existência cujo instrumento e símbolo é o dinheiro. É isto que o senhor considera mau?

Mas o dinheiro é só um instrumento. Ele pode levá-lo aonde o senhor quiser, mas não pode substituir o motorista do carro. Ele lhe dá meios de satisfazer seus desejos, mas não lhe cria desejos. O dinheiro é o flagelo dos homens que tentam inverter a lei da causalidade – os homens que tentam substituir a mente pelo seqüestro dos produtos da mente. O dinheiro não compra felicidade para o homem que não sabe o que quer; não lhe dá um código de valores se ele não tem conhecimento a respeito de valores, e não lhe dá um objetivo, se ele não escolhe uma meta. O dinheiro não compra inteligência para o estúpido, nem admiração para o covarde, nem respeito para o incompetente. O homem que tenta comprar o cérebro de quem lhe é superior para servi-lo, usando dinheiro para substituir seu juízo, termina vítima dos que lhe são inferiores. Os homens inteligentes o abandonam, mas os trapaceiros e vigaristas correm a ele, atraídos por uma lei que ele não descobriu: o homem não pode ser menor do que o dinheiro que ele possui. É por isso que o senhor considera o dinheiro mau? Só o homem que não precisa da fortuna herdada merece herdá-la – aquele que faria sua fortuna de qualquer modo, mesmo sem herança. Se um herdeiro está à altura de sua herança, ela o serve; caso contrário, ela o destrói. Mas o senhor diz que o dinheiro corrompeu. Foi mesmo? Ou foi ele que corrompeu seu dinheiro? Não inveje um herdeiro que não vale nada; a riqueza dele não é sua, e o senhor não teria tirado melhor proveito dela. Não pense que ela deveria ser distribuída; criar cinqüenta parasitas em lugar de um só não reaviva a virtude morta que criou a fortuna.

O dinheiro é um poder vivo que morre quando se afasta de sua origem. O dinheiro não serve à mente que não está a sua altura. É por isso que o senhor o considera mau? O dinheiro é o seu meio de sobrevivência. O veredicto que o senhor dá à fonte de seu sustento é o veredicto que o senhor dá à sua própria vida. Se a fonte é corrupta, o senhor condena a sua própria existência. O seu dinheiro provém da fraude? Da exploração dos vícios e da estupidez humana? O senhor o obteve servindo aos insensatos, na esperança de que eles lhe dessem mais do que sua capacidade merece? Baixando seus padrões de exigência? Fazendo um trabalho que o senhor despreza para compradores que o senhor não respeita? Neste caso, o seu dinheiro não lhe dará um momento sequer de felicidade. Todas as coisas que o senhor adquirir serão não um tributo ao senhor, mas uma acusação; não uma realização, mas um momento de vergonha. Então o senhor dirá que o dinheiro é mau. Mau porque ele não substitui seu amor-próprio? Mau porque ele não permite que o senhor aproveite e goze sua depravação? É este o motivo de seu ódio ao dinheiro? O dinheiro será sempre um efeito, e nada jamais o substituirá na posição de causa. O dinheiro é produto da virtude, mas não dá virtude nem redime vícios. O dinheiro não lhe dá o que o senhor não merece, nem em termos materiais nem em termos espirituais. É este o motivo de seu ódio ao dinheiro? Ou será que o senhor disse que é o amor ao dinheiro que é a origem de todo o mal?

Amar uma coisa é conhecer e amar a sua natureza. Amar o dinheiro é conhecer e amar o fato de que o dinheiro é criado pela melhor força que há dentro do senhor, a sua chave-mestra que lhe permite trocar o seu esforço pelo esforço dos melhores homens que há. O homem que venderia a própria alma por um tostão é o que mais alto brada que odeia o dinheiro – e ele tem bons motivos para odiá-lo. Os que amam o dinheiro estão dispostos a trabalhar para ganhá-lo. Eles sabem que são capazes de merecê-lo. Eis uma boa pista para saber o caráter dos homens: aquele que amaldiçoa o dinheiro o obtém de modo desonroso; aquele que o respeita o ganha honestamente. Fuja do homem que diz que o dinheiro é mau. Essa afirmativa é o estigma que identifica o saqueador, assim como o sino indicava o leproso. Enquanto os homens viverem juntos na terra e precisarem de um meio para negociar, se abandonarem o dinheiro, o único substituto que encontrarão será o cano do fuzil. Mas o dinheiro exige do senhor as mais elevadas virtudes, se o senhor quer ganhá-lo ou conservá-lo.

Os homens que não têm coragem, orgulho nem amor-próprio, que não têm convicção moral de que merecem o dinheiro que têm e não estão dispostos a defendê-lo como defendem suas próprias vidas, os homens que pedem desculpas por serem ricos – esses não vão permanecer ricos por muito tempo. São presa fácil para os enxames de saqueadores que vivem debaixo das pedras durante séculos, mas que saem do esconderijo assim que farejam um homem que pede perdão pelo crime de possuir riquezas. Rapidamente eles vão livrá-lo dessa culpa. Então o senhor verá a ascensão dos homens que vivem uma vida dupla – que vivem da força, mas dependem dos que vivem do comércio para criar o valor do dinheiro que eles saqueiam. Esses homens vivem pegando carona com a virtude. Numa sociedade onde há moral eles são os criminosos, e as leis são feitas para proteger os cidadãos contra eles. Mas quando uma sociedade cria uma categoria de criminosos legítimos e saqueadores legais – homens que usam a força para se apossar da riqueza de vítimas desarmadas – então o dinheiro se transforma no vingador daqueles que o criaram. Tais saqueadores acham que não há perigo em roubar homens indefesos, depois que aprovam uma lei que os desarme. Mas o produto de seu saque acaba atraindo outros saqueadores, que os saqueiam como eles fizeram com os homens desarmados. E assim a coisa continua, vencendo sempre não o que produz mais, mas aquele que é mais implacável em sua brutalidade. Quando o padrão é a força, o assassino vence o batedor de carteiras. E então esta sociedade desaparece, em meio a ruínas e matanças.

Quer saber se este dia se aproxima? Observe o dinheiro. O dinheiro é o barômetro da virtude de uma sociedade. Quando há comércio não por consentimento, mas por compulsão – quando para produzir é necessário pedir permissão a homens que nada produzem – quando o dinheiro flui para aqueles que não vendem produtos, mas influencia – quando os homens enriquecem mais pelo suborno e favores do que pelo trabalho, e as leis não protegem quem produz de quem rouba, mas quem rouba de quem produz – quando a corrupção é recompensada e a honestidade vira um sacrifício – pode ter certeza de que a sociedade está condenada. O dinheiro é um meio de troca tão nobre que não entra em competição com as armas e não faz concessões à brutalidade. Ele não permite que um país sobreviva se metade é propriedade, metade é produto de saques. Sempre que surgem destruidores, a primeira coisa que eles destroem é o dinheiro, pois o dinheiro protege os homens e constitui a base da existência moral. Os destruidores se apossam do ouro e deixam em troca uma pilha de papel falso. Isto destrói todos os padrões objetivos e põe os homens nas mãos de um determinador arbitrário de valores. O dinheiro era um valor objetivo, equivalente à riqueza produzida. O papel é uma hipoteca sobre riquezas inexistentes, sustentado por uma arma apontada para aqueles que têm de produzi-las. O papel é um cheque emitido por saqueadores legais sobre uma conta que não é deles: a virtude de suas vítimas. Cuidado que um dia o cheque é devolvido, com o carimbo: ’sem fundos’. Se o senhor faz do mal o meio de sobrevivência, não é de se esperar que os homens permaneçam bons. Não é de se esperar que eles continuem a seguir a moral e sacrifiquem suas vidas para proveito dos imorais. Não é de se esperar que eles produzam, quando a produção é punida e o saque é recompensado. Não pergunte quem está destruindo o mundo: é o senhor. O senhor vive no meio das maiores realizações da civilização mais produtiva do mundo e não sabe por que ela está ruindo a olhos vistos, enquanto o senhor amaldiçoa o sangue que corre pelas veias dela – o dinheiro. O senhor encara o dinheiro como os selvagens o faziam, e não sabe por que a selva está brotando nos arredores das cidades. Em toda a história, o dinheiro sempre foi roubado por saqueadores de diversos tipos, com nomes diferentes, mas cujo método sempre foi o mesmo: tomar o dinheiro à força e manter os produtores de mãos atadas, rebaixados, difamados, desonrados. Esta afirmativa de que o dinheiro é a origem do mal, que o senhor pronuncia com tanta convicção, vem do tempo em que a riqueza era produto do trabalho escravo – e os escravos repetiam os movimentos que foram descobertos pela inteligência de alguém e durante séculos não foram aperfeiçoados.

Enquanto a produção era governada pela força, e a riqueza era obtida pela conquista, não havia muito que conquistar. No entanto, no decorrer de séculos de estagnação e fome, os homens exaltavam os saqueadores, como aristocratas da espada, aristocratas de estirpe, aristocratas da tribuna, e desprezavam os produtores, como escravos, mercadores, lojistas – industriais. Para a glória da humanidade, houve, pela primeira e única vez na história, uma nação de dinheiro – e não conheço elogio maior aos Estados Unidos do que esse, pois ele significa um país de razão, justiça, liberdade, produção, realização. Pela primeira vez, a mente humana e o dinheiro foram libertados, e não havia fortunas adquiridas pela conquista, mas só pelo trabalho, e ao invés de homens da espada e escravos, surgiu o verdadeiro criador da riqueza, o maior trabalhador, o tipo mais elevado de ser humano – o self-made man – o industrial americano. Se me perguntarem qual a maior distinção dos americanos, eu escolheria – porque ela contém todas as outras – o fato de que foram os americanos que criaram a expressão “fazer dinheiro”. Nenhuma outra língua, nenhum outro povo jamais usara estas palavras antes, e sim “ganhar dinheiro”; antes, os homens sempre encaravam a riqueza como uma quantidade estática, a ser tomada, pedida, herdada, repartida, saqueada ou obtida como favor. Os americanos foram os primeiros a compreender que a riqueza tem que ser criada. A expressão ‘fazer dinheiro’ resume a essência da moralidade humana. Porém foi justamente por causa desta expressão que os americanos eram criticados pelas culturas apodrecidas dos continentes de saqueadores.

O ideário dos saqueadores fez com que pessoas como o senhor passassem a encarar suas maiores realizações como um estigma vergonhoso, sua prosperidade como culpa, seus maiores filhos, os industriais, como vilões, suas magníficas fábricas como produto e propriedade do trabalho muscular, o trabalho de escravos movidos a açoites, como na construção das pirâmides do Egito. As mentes apodrecidas que dizem não ver diferença entre o poder do dólar e o poder do açoite merecem aprender a diferença na sua própria pele, que, creio eu, é o que vai acabar acontecendo. Enquanto pessoas como o senhor não descobrirem que o dinheiro é a origem de todo bem, estarão caminhando para sua própria destruição. Quando o dinheiro deixa de ser o instrumento por meio do qual os homens lidam uns com os outros, os homens se tornam os instrumentos dos homens. Sangue, açoites, armas – ou dólares. Façam sua escolha – não há outra opção – e o tempo está esgotando.

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Magento: Exception printing is disabled by default for security reasons.

June 7th, 2011

If you see this error, simply go to directory errors, rename the file local.xml.sample to local.xml and the error will show up in the screen.

Rename that file back in order to hide the error messages again.

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Como reduzir o tamanho de um arquivo VDI (VirtualBox)

June 6th, 2011

Resumidamente:
Estas instruções funcionam se o seu guest é Linux, em um host Windows.
O disco virtual deve ser criado como dinamicamente expansível.

Instale o zerofree:

apt-get install zerofree

entre em um terminal (não é remoto!) e execute:

telinit 1
mount -o remount,ro /nome_da_pasta
df (serve para identificar o nome do dispositivo)
zerofree /dev/sda1 (nome do dispositivo, repita para todos os discos virtuais)
shutdown -h now (desligue a máquina virtual)

Então, acesse a pasta do VirtualBox (use o comand prompt – no windows 7: shift click na pasta)
no prompt digite:

vboxmanage modifyvdi x:\path\to\image\file.vdi compact

Essa ação pode demorar alguns minutos (horas se seu HD for lento), mas pode lhe salvar muito espaço em disco. ;-)

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Montando pastas compartilhadas no Debian Lenny x VirtualBox

June 1st, 2011

como configurar o Debian Lenny para usar pastas compartilhadas no VirtualBox 4

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PC em forma de mesa

May 21st, 2011

Geralmente não me interesso por casemods, mas este aqui é especial DEMAIS (dica do Erik)

Desktop em formato de mesa

Desktop em formato de mesa



Casemod campeão do Cooler Master’s 2011 Case Mod Competition:
Contém:
Intel Core i7-980x de 4,5 GHz,
duas placas gráficas ASUS GeForce GTX 580,
mais de 12 terabytes de armazenamento,
disco SSD para inicialização do sistema
um tela de 27″ mais duas de 17″.

Mais detalhes

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How to migrate a website from a Plesk backup

May 15th, 2011

I had to move a few websites from a Plesk backup, which gave me only a file named www.domain.com_YYYY.MM.DD-HH-mm, with no other hint about its filetype.
Here comes the solution, from Parallel’s knowledge base: http://kb.parallels.com/en/1757.
In short, yo uhave to install an app called munpack in your server and run the command:
zcat your_plesk_backup | munpack
After that, you’ll have several files in the same directory. At first, we are interested in a few files to import to our server:

  • anything.httpdocs: tar/gzipped copy of the httpdocs directory, containing all web files;
  • anythinghttpsdocs: tar/gzipped copy of the httpsdocs directory, containing all web files. Usually empty;
  • anything.mysql: textfile containing a dump for the database named anything;
  • email@yourdomain.com.mdir: tar/gzipped containing the emails from this account. You can create this email user in your server, copy the files to the appropriate directory and change the ownership to each email user.

So these are the steps I needed to migrate a few sites. As these sites didn’t have any CGI scripts, I haven’t tried to copy them too.

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O verão

April 30th, 2011

Verão é sinônimo de pouca roupa e muito chifre, pouca cintura
e muita gordura, pouco trabalho e muita micose.

Verão é picolé de Kisuco no palito reciclado, é milho cozido na água
da torneira, é coco verde aberto pra comer a gosminha branca.

Verão é prisão de ventre de uma semana e pé inchado que não entra no
tênis.

Mas o principal ponto do verão é…. A praia!

Ah, como é bela a praia.

Os cachorros fazem cocô e as crianças pegam pra fazer coleção.

Os casais jogam frescobol e acertam a bolinha na cabeça das véias.

Os jovens de jet ski atropelam os surfistas, que por sua vez, miram a
prancha pra abrir a cabeça dos banhistas.

O melhor programa pra quem vai à praia é chegar bem cedo, antes do
sorveteiro, quando o sol ainda está fraco e as famílias estão
chegando.

Muito bonito ver aquelas pessoas carregando vinte cadeiras, três
geladeiras de isopor, cinco guarda-sóis, raquete, frango, farofa,
toalha, bola, balde, chapéu e prancha, acreditando que estão de
férias.

Em menos de cinqüenta minutos, todos já estão instalados, besuntados
e prontos pra enterrar a avó na areia.

E as crianças? Ah, que gracinhas! Os bebês chorando de desidratação,
as crianças pequenas se socando por uma conchinha do mar, os
adolescentes ouvindo walkman enquanto dormem.

As mulheres também têm muita diversão na praia, como buscar o filho
afogado e caminhar vinte quilômetros pra encontrar o outro pé do
chinelo.

Já os homens ficam com as tarefas mais chatas, como furar a areia pra
fincar o cabo do guarda-sol.

É mais fácil achar petróleo do que conseguir fazer o guarda-sol ficar
em pé.

Mas tudo isso não conta, diante da alegria, da felicidade, da
maravilha que é entrar no mar!

Aquela água tão cristalina, que dá pra ver os cardumes de latinha de
cerveja no fundo.

Aquela sensação de boiar na salmoura como um pepino em conserva.

Depois de um belo banho de mar, com o rego cheio de sal e a periquita
cheia de areia, vem àquela vontade de fritar na chapa.

A gente abre a esteira velha, com o cheiro de velório de bode, bota o
chapéu, os óculos escuros e puxa um ronco bacaninha.

Isso é paz, isso é amor, isso é o absurdo do calor!!!!!

Mas, claro, tudo tem seu lado bom.

E à noite o sol vai embora.

Todo mundo volta pra casa tostado e vermelho como mortadela, toma
banho e deixa o sabonete cheio de areia pro próximo.

O shampoo acaba e a gente acaba lavando a cabeça com qualquer coisa,
desde creme de barbear até desinfetante de privada.

As toalhas, com aquele cheirinho de mofo que só a casa da praia
oferece.

Aí, uma bela macarronada pra entupir o bucho e uma dormidinha na rede
pra adquirir um bom torcicolo e ralar as costas queimadas.

O dia termina com uma boa rodada de tranca e uma briga em família.

Todo mundo vai dormir bêbado e emburrado, babando na fronha e
torcendo, pra que na manhã seguinte, faça aquele sol e todo mundo
possa se encontrar no mesmo inferno tropical…

Luís Fernando Veríssimo

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desabafo. Suporte online serve para quê????

April 13th, 2011

Eu não posso deixar uma idiotice desse tipo sem publicar, infelizmente. O sistema Pagseguro, que é uma das únicas opções para pagamento online no Brasil, poderia pelo menos colocar uns atendentes que leiam as questões feitas antes de responder ao cliente.

Veja abaixo uma troca de mensagens que poderia ter sdo finalizada melhor:

08/04/2011

Olá, Acabei de estornar um pagamento efetuado por uma cliente que efetuou o mesmo pagamento em duplicidade. Até aí, não há problema algum. Entretanto, a cliente abriu a disputa como pedido recebido com problemas, o que não é o caso e essa disputa gerou um ponto negativo para minha conta que tinha 100 de pontos positivos. Há possibilidade de corrigir esse ponto retirado? Note que na mensagem da cliente ela diz que o pagamento foi efetuado em duplicidade, o que não é nossa responsabilidade, e por isso não acho justo a pontuação negativa. Aguardo, Claudio Hideki Imai
11/04/2011 – Resposta:

Olá Claudio, Todas as vezes que você efetuar uma transação com outro usuário PagSeguro que tenha sua conta verificada, o comprador terá a opção de qualificar a contraparte com 1 ponto positivo. Este ponto positivo será postado na tabela de qualificações. Você poderá verificar suas qualificações em “Meus Dados – Detalhes da Conta” no item “Pontuações”. Cada usuário só poderá qualificar um mesmo usuário uma única vez. Se acontecer um problema com outro usuário e este problema resultar em uma disputa, então será subtraído um ponto das “Pontuações”. A pontuação Positiva é a porcentagem do número total de transações que foram realizadas com sucesso, em relação ao número total de transações. O cálculo usado para definir a porcentagem positiva é feito usando a seguinte fórmula: 100 dividido pelo número total de “Transações Qualificadas” e multiplicado pelo número de transações realizadas com sucesso (Pontuação). Atenciosamente, Equipe de Atendimento PagSeguro PagSeguro. A solução completa para pagamentos online. DÚVIDAS? Acesse:
11/04/2011

Olá, Karen Agradeço sua resposta. O que gostaria de colocar é que não acho justo a pontuação decair tão simplesmente, pois nesse caso minha pontuação caiu apenas por que a cliente efetuou o pagamento em duplicidade, o que não qualifica a transação como falha de minha parte, correto? Entretanto, isso automaticamente significa que minha pontuação vai decair. Ou seja, o cliente faz uma ação errada, eu procedo do modo correto e sou penalizado com ponto negativo. Não é um cálculo exatamente justo, concorda? Obrigado pela atenção.
13/04/2011 – Resposta:

Olá Claudio, A pontuação Positiva é a porcentagem do número total de transações que foram realizadas com sucesso, em relação ao número total de transações. O cálculo usado para definir a porcentagem positiva é feito usando a seguinte fórmula: 100 dividido pelo número total de “Transações Qualificadas” e multiplicado pelo número de transações realizadas com sucesso (Pontuação). Atenciosamente, Equipe de Atendimento PagSeguro . A solução completa para pagamentos online. DÚVIDAS? Acesse:

OU seja, eu faço um comentário, e a resposta é simplesmente copiada de um manual, e pior ainda, repetida como se fossem papagaios respondendo…

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305 livros grátis

March 23rd, 2011

Recebi esta lista por email (valeu, Douglas!) É só clicar no título para  ler ou imprimir.

1.     A Divina Comédia -Dante Alighieri
2.     A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3.     Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4.     Dom Casmurro -Machado de Assis
5.     Cancioneiro -Fernando Pessoa
6.     Romeu e Julieta -William Shakespeare
7.     A Cartomante -Machado de Assis
8.     Mensagem -Fernando Pessoa
9.     A Carteira -Machado de Assis
10.     A Megera Domada -William Shakespeare
11.     A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
12.     Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13.     O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14.     Dom Casmurro -Machado de Assis
15.     Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16.     Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17.     Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18.     A Carta -Pero Vaz de Caminha
19.     A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20.     Macbeth -William Shakespeare
21.     Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
22.     A Tempestade -William Shakespeare
23.     O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24.     A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25.     Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26.     A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27.     O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28.     O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29.     A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30.     Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
31.     Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
32.     A Mão e a Luva -Machado de Assis
33.     Arte Poética -Aristóteles
34.     Conto de Inverno -William Shakespeare
35.     Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
36.     Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37.     Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38.     A Metamorfose -Franz Kafka
39.     A Cartomante -Machado de Assis
40.     Rei Lear -William Shakespeare
41.     A Causa Secreta -Machado de Assis
42.     Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43.     Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44.     Júlio César -William Shakespeare
45.     Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
46.     Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47.     Cancioneiro -Fernando Pessoa
48.     Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
49.     A Ela -Machado de Assis
50.     O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51.     Dom Casmurro -Machado de Assis
52.     A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53.     Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54.     Adão e Eva -Machado de Assis
55.     A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56.     A Chinela Turca -Machado de Assis
57.     As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
58.     Poemas Selecionados -Florbela Espanca
59.     As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
60.     Iracema -José de Alencar
61.     A Mão e a Luva -Machado de Assis
62.     Ricardo III -William Shakespeare
63.     O Alienista -Machado de Assis
64.     Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
65.     A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
66.     A Carteira -Machado de Assis
67.     Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68.     Senhora -José de Alencar
69.     A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
70.     Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
71.     A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72.     Sonetos -Luís Vaz de Camões
73.     Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74.     Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75.     Iracema -José de Alencar
76.     Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
77.     Os Maias -José Maria Eça de Queirós
78.     O Guarani -José de Alencar
79.     A Mulher de Preto -Machado de Assis
80.     A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
81.     A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
82.     A Pianista -Machado de Assis
83.     Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84.     A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85.     A Herança -Machado de Assis
86.     A chave -Machado de Assis
87.     Eu -Augusto dos Anjos
88.     As Primaveras -Casimiro de Abreu
89.     A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90.     Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91.     Quincas Borba -Machado de Assis
92.     A Segunda Vida -Machado de Assis
93.     Os Sertões -Euclides da Cunha
94.     Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95.     O Alienista -Machado de Assis
96.     Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97.     Medida Por Medida -William Shakespeare
98.     Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99.     A Alma do Lázaro -José de Alencar
100.     A Vida Eterna -Machado de Assis
101.     A Causa Secreta -Machado de Assis
102.     14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103.     Divina Comedia -Dante Alighieri
104.     O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105.     Coriolano -William Shakespeare
106.     Astúcias de Marido -Machado de Assis
107.     Senhora -José de Alencar
108.     Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109.     Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
110.     Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
111.     A ‘Não-me-toques’ ! -Artur Azevedo
112.     Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113.     Obras Seletas -Rui Barbosa
114.     A Mão e a Luva -Machado de Assis
115.     Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116.     Aurora sem Dia -Machado de Assis
117.     Édipo-Rei -Sófocles
118.     O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119.     Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120.     O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121.     Tito Andrônico -William Shakespeare
122.     Adão e Eva -Machado de Assis
123.     Os Sertões -Euclides da Cunha
124.     Esaú e Jacó -Machado de Assis
125.     Don Quixote -Miguel de Cervantes
126.     Camões -Joaquim Nabuco
127.     Antes que Cases -Machado de Assis
128.     A melhor das noivas -Machado de Assis
129.     Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130.     O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131.     A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
132.     Helena -Machado de Assis
133.     Contos -José Maria Eça de Queirós
134.     A Sereníssima República -Machado de Assis
135.     Iliada -Homero
136.     Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137.     A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
138.     Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139.     Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
140.     Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
141.     Anedota Pecuniária -Machado de Assis
142.     A Carne -Júlio Ribeiro
143.     O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144.     Don Quijote -Miguel de Cervantes
145.     A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
146.     A Semana -Machado de Assis
147.     A viúva Sobral -Machado de Assis
148.     A Princesa de Babilônia -Voltaire
149.     O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150.     Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151.     Papéis Avulsos -Machado de Assis
152.     Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153.     Cartas D’Amor -José Maria Eça de Queirós
154.     O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155.     Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
156.     Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157.     A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158.     A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159.     Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160.     Almas Agradecidas -Machado de Assis
161.     Cartas D’Amor – O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162.     Contos Fluminenses -Machado de Assis
163.     Odisséia -Homero
164.     Quincas Borba -Machado de Assis
165.     A Mulher de Preto -Machado de Assis
166.     Balas de Estalo -Machado de Assis
167.     A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168.     O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169.     A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170.     Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171.     CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172.     Cinco Minutos -José de Alencar
173.     Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174.     Lucíola -José de Alencar
175.     A Parasita Azul -Machado de Assis
176.     A Viuvinha -José de Alencar
177.     Utopia -Thomas Morus
178.     Missa do Galo -Machado de Assis
179.     Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
180.     História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
181.     Hamlet -William Shakespeare
182.     A Ama-Seca -Artur Azevedo
183.     O Espelho -Machado de Assis
184.     Helena -Machado de Assis
185.     As Academias de Sião -Machado de Assis
186.     A Carne -Júlio Ribeiro
187.     A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188.     Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189.     Antes da Missa -Machado de Assis
190.     A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191.     A Carta -Pero Vaz de Caminha
192.     LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193.     A mulher Pálida -Machado de Assis
194.     Americanas -Machado de Assis
195.     Cândido -Voltaire
196.     Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
197.     El Arte de la Guerra -Sun Tzu
198.     Conto de Escola -Machado de Assis
199.     Redondilhas -Luís Vaz de Camões
200.     Iluminuras -Arthur Rimbaud
201.     Schopenhauer -Thomas Mann
202.     Carolina -Casimiro de Abreu
203.     A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
204.     Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
205.     Memorial de Aires -Machado de Assis
206.     Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
207.     A última receita -Machado de Assis
208.     7 Canções -Salomão Rovedo
209.     Antologia -Antero de Quental
210.     O Alienista -Machado de Assis
211.     Outras Poesias -Augusto dos Anjos
212.     Alma Inquieta -Olavo Bilac
213.     A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
214.     A Semana -Machado de Assis
215.     Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
216.     A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
217.     Esaú e Jacó -Machado de Assis
218.     Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
219.     História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
220.     A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
221.     Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
222.     Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
223.     Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
224.     A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
225.     Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
226.     As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
227.     O LIVRO D’ELE -Florbela Espanca
228.     O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
229.     A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
230.     Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
231.     A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
232.     Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
233.     Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
234.     A Bela Madame Vargas -João do Rio
235.     Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
236.     Cinco Mulheres -Machado de Assis
237.     A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
238.     O Cortiço -Aluísio Azevedo
239.     RELIQUIAE -Florbela Espanca
240.     Minha formação -Joaquim Nabuco
241.     A Conselho do Marido -Artur Azevedo
242.     Auto da Alma -Gil Vicente
243.     345 -Artur Azevedo
244.     O Dicionário -Machado de Assis
245.     Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
246.     A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
247.     AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
248.     Cinco minutos -José de Alencar
249.     Lucíola -José de Alencar
250.     Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
251.     A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
252.     A Alegria da Revolução -Ken Knab
253.     O Ateneu -Raul Pompéia
254.     O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
255.     Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
256.     A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
257.     Noite de Almirante -Machado de Assis
258.     O Sertanejo -José de Alencar
259.     A Conquista -Coelho Neto
260.     Casa Velha -Machado de Assis
261.     O Enfermeiro -Machado de Assis
262.     O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
263.     Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
264.     A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
265.     Poemas -Safo
266.     A Viuvinha -José de Alencar
267.     Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
268.     Contos para Velhos -Olavo Bilac
269.     Ulysses -James Joyce
270.     13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
271.     Cícero -Plutarco
272.     Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
273.     Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
274.     As Religiões no Rio -João do Rio
275.     Várias Histórias -Machado de Assis
276.     A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
277.     Bons Dias -Machado de Assis
278.     O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
279.     A Capital Federal -Artur Azevedo
280.     A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
281.     As Forças Caudinas -Machado de Assis
282.     Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
283.     Balas de Estalo -Machado de Assis
284.     AS VIAGENS -Olavo Bilac
285.     Antigonas -Sofócles
286.     A Dívida -Artur Azevedo
287.     Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
288.     Uns Braços -Machado de Assis
289.     Ubirajara -José de Alencar
290.     Poética -Aristóteles
291.     Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
292.     A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
293.     Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
294.     Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
295.     Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
296.     Via-Láctea -Olavo Bilac
297.     O Mulato -Aluísio de Azevedo
298.     O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
299.     Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
300.     A Pata da Gazela -José de Alencar
301.     BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
302.     Vozes d’África -Antônio Frederico de Castro Alves
303.     Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
304.     O que é o Casamento? -José de Alencar
305.     A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht

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sobre nossa situação no Japão

March 15th, 2011

Como dizem, os rumores são exagerados.

O terremoto foi uma tragédia sem precedentes para este país, mas agora é questão de tocar de novo em frente.

O oba oba sobre o meltdown em Fukushima é exagero. Claro que se houver realmente, a região será devastada mas a população já foi evacuada em um raio de 20Km da Usina. Porém a radioatividade não chegará a afetar o resto do país, muito menos a região onde moro (fica a 600Km da usina).
O que vai afetar é o racionamento de energia, mas esse é feito de modo diferente do Brasil.

Aqui há milhares de médias metalúrgicas, que consomem MUITA energia elétrica. O racionamento é feito colocando essas usinas para trabalhar em rodízio, folgando os dois dias por semana em dias alternados, i.e., algumas folgam segunda e terça, outras folgam quarta e quinta e assim por diante, sem mudar o ritmo de 5×2 dias de trabalho x folga.
Assim, o efeito para a população é reduzido

A apreensão maior agora é com possível falta de alimentos, o que pode causar problemas a médio prazo mesmo para residentes de outras regiões. Mas este não é um país em guerra, então a coisa não pode ficar tão feia assim.

Em resumo, estamos bem, com acesso à net, trabalhando normalmente. Apenas essa lentidão da internet no mundo inteiro que me deixa com a pulga atrás da orelha. Como está o seu acesso?

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